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Explos�o causa destrui��o e morte

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Alisson da Conceição, 13 anos, estava brincando no Vergel quando viu um clarão no céu, pegou a bicicleta e saiu à procura do que havia acontecido. Ele logo pensou que fosse o fim do mundo. Não era. Mas o clarão seguido de um forte estrondo, ouvido em vários bairros de Maceió, por volta das 19h de ontem, foi o triste fim de uma tragédia anunciada, que acabou matando uma policial civil e ferindo outros quatro. Explosivos, armas, pólvora e munição apreendidos em operações da Polícia Civil foram pelos ares, levando junto parte do prédio onde funcionava a Divisão Especial de Investigação e Capturas (Deic), na Avenida Moreira e Silva, no Farol. O impacto foi tão grande que imóveis próximos ao local tiveram os vidros quebrados, portões retorcidos e tetos despencados. No prédio da Deic funcionavam a Seção de Roubo a Bancos, o esquadrão Antissequestro, o Tigre e o Monitoramento, coração da inteligência da Polícia Civil alagoana. Não havia uma estrutura específica para armazenar armas e explosivos apreendidos. ?Bananas de dinamite e munição ficavam numa sala próximo ao Monitoramento?, relatou um policial civil que pediu para não ser identificado. ?Nós até brincávamos que a qualquer momento tudo poderia explodir e não sobraria nada da gente?, conta antes de cair no choro.

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