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Cidades

Vigilantes podem parar outros setores

A perspectiva de que ocorra uma greve dos vigilantes, por tempo indeterminado, não pode ser descartada. A pauta da categoria, que tem cláusulas econômicas e sociais, não agrada aos donos das empresas de vigilância e transporte de valores, que até o moment

Por | Edição do dia 02/02/2013 - Matéria atualizada em 02/02/2013 às 00h00

A perspectiva de que ocorra uma greve dos vigilantes, por tempo indeterminado, não pode ser descartada. A pauta da categoria, que tem cláusulas econômicas e sociais, não agrada aos donos das empresas de vigilância e transporte de valores, que até o momento não cederam às propostas. Ontem, conforme informaram em audiência no Ministério Público do Trabalho (MPT), os empresários iriam se reunir para analisar as reivindicações. “Se no próximo encontro não avançarmos, a greve geral deve ser convocada, mas atendendo ao que diz a lei, entretanto, por tempo indeterminado”, antecipou o presidente do Sindicato dos Vigilantes, José Cícero da Silva. O percentual de 30%, por exemplo, seria mantido. Mas, ainda assim causaria muito transtorno, porque em alguns setores de serviços, a exemplo dos bancos, as agências só podem funcionar com seguranças das empresas. Em caso de parada, por exemplo, a Polícia Militar só pode garantir, no máximo, a situação na área externa das agências. “É o que diz a lei, para os bancos, e outros setores como Cais do porto e INSS”, adiantou José Cícero.

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