Cidades
Militares seguem sem acordo
Uma ?bomba? prestes a explodir a qualquer momento. Assim pode ser definida a situação dos militares alagoanos. Depois de idas e vindas, durante um ano sem acordo, a categoria se prepara para construir um possível aquartelamento. O indicativo foi discutido ontem em mais uma assembleia geral com todos os segmentos. Nela ficou claro que a categoria não confia mais no governo, após o quarto encontro, sem acordo, com a secretária adjunta de Gestão Pública, Ricarda Calheiros. ?Temos 3% de resíduo mais o IPCA, que é inflação acumulada do período, além do realinhamento. No último encontro eles propuseram juntar todos os percentuais para pagar em três vezes até o próximo ano. De imediato vimos que teríamos perdas e rejeitamos a proposta?, disse o presidente da Associação dos Subtenentes e Sargentos da Polícia Militar, sargento Teobaldo de Almeida.