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Cidades

Beb� espera ado��o ap�s morte da m�e e pris�o do pai

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Por | Edição do dia 24/02/2013 - Matéria atualizada em 24/02/2013 às 00h00

A destituição do poder paterno é o primeiro passo para que o juiz Mauro Baldine, da comarca de Limoeiro de Anadia, a 107 km de Maceió, inicie o processo de adoção da menina que ganhou dos funcionários do Hospital Universitário (HU), onde nasceu prematuramente, o nome de Vitória. Assim, os interessados em tê-la como filha deverão ir à comarca e se apresentar como candidatos. Hoje um símbolo de solidariedade, o bebê continua na Unidade de Cuidados Intensivos do HU, mas seu estado de saúde é considerado estável. Rejeitada pela família da mãe biológica, Gilvanete Rosendo da Silva, 40 anos, brutalmente assassinada pelo pai, cujos parentes foram considerados inadequados para recebê-la, Vitória continua à espera de um milagre. Ela nasceu no dia 6 de janeiro último, aos 8 meses, pesando 1,7 kg, numa cirurgia de emergência. A mãe foi violentamente espancada com uma barra de ferro, entrou em coma e acabou morrendo. Antes do falecimento, os médicos salvaram a pequena. Depois de triunfar sobre um inimigo, a violência, Vitória será incluída no Cadastro Nacional de Adoção (CNA), para esperar quem vai ajudá-la a reescrever seu destino.

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