Cidades
Morte de professor gera d�vidas e especula��es
As inúmeras interrogações que cercam a morte do professor Paulo Décio Arruda de Mello, 59 anos, exigirão muito da Perícia Oficial, especificamente do Instituto de Criminalística (IC). Até ontem, amigos e familiares de Paulo Décio, doutor em Sociologia e docente da Universidade Federal de Alagoas, não sabiam como explicar que seu corpo tenha sido encontrado carbonizado, dentro do carro, na porta de casa, em Guaxuma. O carro foi removido para a sede do IC, no Centro, onde está sendo periciado. O laudo sairá em 30 dias. Já o Instituto Médico Legal (IML) Estácio de Lima divulga em 10 dias o laudo sobre a morte do professor, mas já confirma que Paulo Décio morreu carbonizado. Um perito do IC, que pediu sigilo de sua identidade, disse que todas as informações postas até agora são especulações, como a que sugere que Paulo sofreu um Acidente Vascular Cerebral (AVC) e, ao perder os sentidos, teria enganchado o pé no acelerador do carro. Na noite do sábado, dia 9, vizinhos chamaram o Corpo de Bombeiros Militar para apagar o incêndio num carro que estava na rua, localizada por trás do balneário do Sesc. Ao se aproximarem, os agentes do CBM perceberam que havia um corpo dentro do veículo, modelo Duste, da marca Renault. Desde então, surgiram inúmeras especulações sobre o que teria provocado o incêndio e a consequente morte do professor Paulo Décio.