Cidades
Marchante denuncia que fiscaliza��o � falha
Segundo o marchante, existem cinco pontos de abate clandestino em Matriz, onde são mortos 20 animais por semana, vendidos e consumidos na cidade. Ele e o vereador relatam que a fiscalização municipal e estadual é falha e que os órgãos de controle fazem ?vistas grossas? para a situação. De acordo com ele, o único documento exigido pela Vigilância Sanitária Municipal para que a carne entre no mercado de Matriz é uma prosaica nota, reproduzida por meio de fotocópia, e facilmente forjada. ?Os caras tiram as autorizações para o abate nos matadouros de São Luís e de Porto Calvo, e usam aquela nota durante um mês, para esquentar a carne clandestina, e ninguém se incomoda?, denuncia o marchante. A Gazeta esteve na Prefeitura de Matriz do Camaragibe, mas não conseguiu falar com os responsáveis pela Vigilância Sanitária e pela Secretaria Municipal de Agricultura. Já o diretor técnico da Agência de Defesa e Inspeção Agropecuária de Alagoas (Adeal), Ironaldo Monteiro, afirmou desconhecer o abate clandestino de animais no município.