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Cidades

Lix�es prejudicam a fauna e a flora

Penedo viveu um frisson, há cerca de uma década, quando foi anunciada a criação de um “aterro sanitário ajustado às normas ambientais” para substituir o velho lixão na beira da estrada. A façanha vinha com a chancela do Programa das Nações Unidas para o D

Por | Edição do dia 21/04/2013 - Matéria atualizada em 21/04/2013 às 00h00

Penedo viveu um frisson, há cerca de uma década, quando foi anunciada a criação de um “aterro sanitário ajustado às normas ambientais” para substituir o velho lixão na beira da estrada. A façanha vinha com a chancela do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, com recursos do Ministério do Meio Ambiente e do Fundo Nacional do Meio Ambiente. Nunca se soube direito quanto se gastou lá, mas é algo na casa dos sete dígitos. Os anos se passaram e nada prometido aconteceu. “O aterro sanitário é só no nome, o lixo polui muito, quando chega altas horas da noite, pega fogo e a fumaça empesta tudo dentro de casa, ninguém aguenta o fedor. Quando é tempo de chuva, os caminhões não conseguem subir a ladeira de barro e largam o lixo antes, no meio do caminho”, resume Jaciara dos Santos, moradora do povoado Capela. João Lessa, mais conhecido como “Boi”, é o encarregado do aterro e não gosta de mentira. “Fizeram um açude de chorume, mas nunca teve nenhuma encanação, a história é que veio R$ 1 milhão, mas o dinheiro foi embora, a estação de tratamento (usina de compostagem) está isolada, nunca botaram nada nela, o motor nunca foi usado, só não roubaram porque mandaram levar para a prefeitura, está lá, até hoje, novinho. Colocaram postes, fios, cerca, e roubaram tudo”, detalha Boi.

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