Cidades
Uma vez escoteiro, sempre escoteiro
Martin Ramalho, 14 anos, sentiu vontade de se tornar escoteiro por causa das aventuras que assistia nos desenhos animados e filmes norte-americanos. Pediu à mãe que pesquisasse e ela encontrou, na internet, o grupo de Maceió. Depois da visita, o garoto apaixonou-se pelas atividades e se integrou à turma. O adolescente faz parte de uma ?nação? de 250 pessoas ligadas ao escotismo no Estado, entre jovens e voluntários. ?O grupo mais antigo em atividade de Alagoas funciona há 43 anos, em Arapiraca. Temos, ainda, unidades em Maceió, Viçosa, Atalaia e Taquarana?, conta Rosa Amélia Pontes Chaves, presidente da Regional de Alagoas da União Brasileira dos Escoteiros (UEB) e do Grupo Escoteiros do Mar Almirante Soares Dutra. Como muita gente que hoje aderiu ao movimento, ela se aproximou dos escoteiros por curiosidade e acabou ficando. ?Faz dez anos que eu levei meu filho, Pedro Alberto, a um evento na Capitania dos Portos, que teve desfile de escoteiros. Fiquei curiosa e o levei até a sede da regional de Maceió, que fica lá na Patronaria da Marinha, em Jaraguá. Hoje, aos 23 anos, ele continua no grupo, nos dando suporte logístico?, conta. Aliás, ?uma vez escoteiro, sempre escoteiro?. Esse é um dos lemas do movimento, que chegou a gerar situações inusitadas para o comendador Durval Macário, de 76 anos. ?Algumas vezes, pessoas me saúdam na rua, somente por reconhecer o cinto que eu costumo usar?, revela.