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Cidades

Assist�ncia aos portadores do v�rus � prec�ria

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Por | Edição do dia 05/05/2013 - Matéria atualizada em 05/05/2013 às 00h00

Os dados apresentados no Boletim Epidemiológico Aids/DST e Hepatites Virais da Secretaria de Estado da Saúde mostram que o número de casos de Aids entre heterossexuais é maior do que o número de casos somados da doença entre homossexuais e bissexuais. “Isso acaba com o estigma que se criou no início da epidemia, de que Aids era doença de homossexuais. Não existe grupo de risco, o que existe são comportamentos de risco”, afirma a coordenadora do Programa DST/Aids da Sesau, Mona Lisa dos Santos Góes. Ela cita as pessoas que, devido ao comportamento, estão na situação denominada pelos especialista de “vulnerabilidades acrescidas”. “São os profissionais do sexo, os usuários de drogas injetáveis, além dos homossexuais, pela prática do sexo anal”, explica Mona Lisa. Segundo ela, para conter a epidemia em Alagoas, os governos estadual e municipal vêm desenvolvendo campanhas educativas nos meios de comunicação, além de intensificar a mobilização do “Fique Sabendo”, que é a oferta de testagem rápida itinerante.

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