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O presidente do Sindicato dos Transportadores Complementares de Passageiros de Alagoas (Sintracomp/AL), Dorgival Ferreira, confirmou ter participado de reuniões e garante que vem repassando aos associados a obrigatoriedade do cumprimento dos novos itinerários e pontos de paradas. Como alerta a SMTT, os infratores dessas normas estão sujeitos à pena de multa e recolhimento do veículo. Segundo a Arsal, o sistema complementar opera em 100 linhas por todo o Estado, 56 delas com destino a Maceió. São 657 transportadores regulamentados e o preço da tarifa vai de R$ 2,50 a R$ 30. O sistema de transporte intermunicipal tem cinco empresas de ônibus. O dirigente da classe dos transportadores disse que o compromisso da Arsal e SMTT foi de garantir a eles um tempo para se adaptarem às mudanças. ?As alterações mudam as rotas que os motoristas estão acostumados. Esperamos que seja uma fase experimental pra ver se tudo dá certo. Se não der certo, voltaremos aos pontos originais?, alerta Dorgival. Uma das preocupações dos motoristas, disse ele, é quanto aos riscos nos trechos considerados de risco pelos próprios órgãos de segurança pública. ?Aquela região do Dique-Estrada, por exemplo, é muito perigosa, tem muito assalto. Se o pessoal não se sentir seguro, não sei como vai ser?, acrescenta. Outro questão apontada por ele é a garantia de que as empresas convencionais cumpram o mesmo itinerário definido para os complementares. Para a SMTT, as normas estão postas e terão que ser cumpridas. Mesmo com necessidade de maior efetivo para fiscalizar o cumprimento da portaria, o órgão vem dando encaminhamento a outras ações que vão assegurar que os complementares atendam às mudanças.

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