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Alunos e servidores fazem manifesta��o

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Alunos, professores e funcionários do Hospital Universitário (HU) fizeram um protesto, ontem pela manhã, para mais uma vez condenar a adesão do hospital à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh). Criada em dezembro de 2011, a empresa tem 100% de capital da União, com servidores contratados por concurso público, mas gerenciamento privado, e vai atender, exclusivamente, ao Sistema Único de Saúde (SUS). Intitulado ?Marcha Fúnebre?, o protesto teve como objetivo denunciar o que os manifestantes chamam desmonte da estrutura do HU. ?Nosso hospital enfrenta sérios problemas, como a suspensão de serviços, cancelamento de cirurgias, falta de materiais diversos, de medicamentos a luvas e gazes?, reclama a assistente social Analice Dantas, do Fórum em Defesa do SUS. Segundo ela, esses problemas visam justificar a adesão do HU à Ebserh, uma medida que vem sendo contestada em todo o País. Depois do ato no hall de entrada do Hospital Universitário, os manifestantes caminharam até a Reitoria da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), localizada dentro do Campus A.C. Simões onde, gritando palavras de ordem, entregaram documento em que pedem a imediata revogação do ato de adesão já assinado pelo reitor Eurico Lôbo. Durante o protesto, os manifestantes carregaram um caixão e duas placas com fotos do reitor Eurico Lôbo e do diretor do HU, Paulo Teixeira, chamados de ?coveiros?. Segundo Analice Dantas, que integra também o Conselho Estadual de Saúde, os servidores e estudantes querem que o Conselho Superior da Ufal, que não foi consultado sobre o termo de adesão assinado pelo reitor Lôbo, crie uma comissão para fazer um diagnóstico da real situação do hospital.

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