Cidades
Aberta campanha para detectar c�ncer de pele nos alagoanos
Vinte por cento da população examinada em Alagoas durante a Campanha Nacional de Prevenção ao Câncer de Pele, do ano passado, apresentou lesão pré-maligna ou maligna. O fato indica a elevada incidência de câncer de pele ou predisposição à doença causada pelo excesso e inadequada exposição ao sol. Uma nova campanha foi aberta ontem, por meio da Sociedade Brasileira de Dermatologia, regional de Alagoas, com um mutirão de atendimento nos hospitais José Carneiro e Universitário. ?Nosso objetivo é prevenir o surgimento de novos casos da doença e tratar os pacientes que apresentem o problema, uma vez que o diagnóstico inicial é determinante para a cura, antes do processo de metástase?, explicou a dermatologista Edméa Melo Kummer, do Hospital José Carneiro. Há três tipos mais freqüentes de câncer de pele: o carcinoma baso-celular, o mais comum; o carcinoma espino-celular e o melanoma maligno, o mais temido, pela alta letalidade, entre os três, porém mais raro, segundo informações de Edméa Kummer. O tratamento vai depender de cada caso e vai desde a utilização de nitrogênio líquido, usado na queima de lesões, a procedimentos cirúrgicos. O câncer de pele é o crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Os sinais para reconhecer o problema e ficar em alerta são: um crescimento na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida. Uma ?pinta? preta ou acastanhada que muda de cor, textura e cresce de tamanho. Uma mancha ou ferida que continua a crescer apresentando coceira, crostas erosões ou sangramento.