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Data de nova manifesta��o em Macei� � adiada

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Se depender dos estudantes e trabalhadores que integram a Frente do Passe Livre em Maceió, os protestos de rua terão continuidade. Desta vez, com a presença maciça de servidores públicos, entre eles policiais militares e civis, acompanhados de seus familiares. O discurso da presidente Dilma Rousseff, que firmou um pacto com os governadores e prefeitos do Brasil, serviu para fortalecer a extensa pauta de reivindicações. Ontem, durante reunião no Centro Cultural da Ufal, na Praça Sinimbu, os organizadores decidiram adiar a manifestação, de hoje para amanhã, a fim de que o protesto coincida com os atos nacionais. Nesta quinta-feira, a população volta às ruas, a partir das 16h, com concentração na Praça do Centenário. Para os manifestantes, mesmo com o anúncio de recuo no aumento da passagem de R$ 2,30 para R$ 2,85 e do compromisso do prefeito de Maceió, Rui Palmeira, e do governador do Estado, Teotonio Vilela Filho, em abrir mão de impostos que incidem sobre as empresas de ônibus, os atos devem continuar acontecendo. Para Davi Fonseca, da Central Sindical Popular ? Conlutas, as medidas governamentais foram uma tentativa de barrar novos protestos. ?Quando viram a massa ir às ruas, tentaram mandá-la de volta para casa. Esse movimento dos governos e da Dilma representa a primeira vitória, mas temos pautas muito além do que estão propondo. Queremos o passe livre, com tarifa zero (social). Queremos 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação?, disse Davi. Segundo o professor de filosofia e poeta Magno Francisco da Silva, a bandeira nacional continua sendo a do passe livre, mas ele também destaca outras demandas. ?A redução da tarifa é imediata, mas também queremos a reforma urbana que leve em conta a questão da moradia. Temos uma ocupação na Santa Lúcia que tem de ser discutida?, acrescentou Magno da Silva.

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