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Nº 5718
Cidades

Negocia��es avan�am e subs�dio da cana deve ser pago em abril

O presidente da Asplana, Edgar Antunes, voltou otimista do Recife, onde participou de reunião sobre o programa de equalização de custos da cana-de-açúcar, suspenso há três anos. “As informações são as melhores possíveis. A bancada federal de Pernambuco e

Por | Edição do dia 27/02/2002 - Matéria atualizada em 27/02/2002 às 00h00

O presidente da Asplana, Edgar Antunes, voltou otimista do Recife, onde participou de reunião sobre o programa de equalização de custos da cana-de-açúcar, suspenso há três anos. “As informações são as melhores possíveis. A bancada federal de Pernambuco e o governador Jarbas Vasconcelos conseguiram avançar nas negociações junto ao governo federal e a expectativa, agora, é de uma solução ainda no mês de março”, afirmou. Apesar do setor sucroalcooleiro de Alagoas ter direito a cerca de 40% do saldo atrasado da equalização, estimado em R$ 386 milhões, as nego-ciações não são acompanhadas pelos políticos alagoanos. “Eles (os políticos) deveriam ter uma participação maior nas negociações, pois a equalização beneficiará mais de quatro mil fornecedores alagoanos”, disse Edgar Antunes. O deputado federal José Múcio Monteiro (PSDB-PE) acredita que será aprovada, na primeira quinzena de março, a Medida Provisória 18, que institui o pagamento das parcelas em atraso do subsídio ao setor sucroalcooleiro do Nordeste. “O ministro Pedro Parente nos garantiu que, até a próxima semana, daria uma solução ao pagamento do subsídio em atraso”, disse o deputado. Para acelerar a aprovação, o Governo do Pernambuco se comprometeu em articular com o presidente da Câmara dos Deputados, Aécio Neves (PSDB-MG), a escolha do relator da MP, que tem que ser votada até 30 de março. A expectativa é que o repasse das parcelas em atraso desde a safra de 1998 seja feita em abril ou maio. O subsídio será pago a cerca de 12,5 mil produtores e fornecedores de toda a região e equivale a 25% dos custos de safra, para que o produto tenha competitividade diante do produto do resto do País. As parcelas em atraso equivalem a R$ 186 milhões por safra, com o cálculo de R$ 5,07 por tonelada colhida de cana. O pagamento será centralizado na Secretaria da Fazenda de Pernambuco, que fará o repasse a cada beneficiado do Nordeste.

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