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Car�ncia � de pelo menos 150 profissionais

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A Perícia Criminal de Alagoas foi criada em 2001, como unidade da Polícia Civil. Era a Polícia Técnica, formada pelos institutos de Criminalística, Médico Legal e de Identificação. Essa estrutura foi modificada em 2004, com a criação do Centro de Perícias Forenses (CPFor). Mas, como afirmam dirigentes da classe dos peritos, não houve melhorias em sua estrutura, nem garantia da autonomia desejada. O CPFor foi substituido recentemente pela Perícia Oficial de Alagoas (Poal). Ali, os peritos reclamam do aumento da demanda, que chegaria a mais de 800% nos últimos oito anos, enquanto o número de profissionais vem sofrendo redução. Em 2001, chegava a 500 o número de requisições mensais. Em 2012, esse número aumentou para 4,5 mil chamados. A carência, afirma Paulo Rogério, representante da categoria, é de pelo menos 150 profissionais. A classe ficou satisfeita com a recente decisão do governo de Alagoas de realizar concurso público, mas reclama do número de vagas ofertadas. Serão apenas 37 vagas imediatas, destas, somente 20 são para perito, mais formação de cadastro reserva. Com inscrição já encerrada, o concurso será realizado no próximo mês, com vagas para perito criminal, médico-legista, papiloscopista e técnico forense. A remuneração vai de R$ 2.704,59 até R$ 6.320,77.

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