Cidades
Gr�vidas d�o � luz em condi��es prec�rias
A fabricação do antídoto para curar a chaga da falta de vagas em maternidades de Maceió está em compasso de espera. O duro é segurar o rebento quando ele teima em sair da placenta e estoura a bolsa em frente a portões fechados do Sistema Único de Saúde (SUS). Desafio e tanto para pobres mães: como dar a luz em meio às trevas da superlotação, sem médicos, sem leitos e sem dignidade? O Ministério Público Estadual (MPE) tenta encontrar uma remédio jurídico para o mal que se agudiza com a reforma da maternidade Santa Mônica, referência em atendimento de alto risco, mas que termina sendo a única porta aberta para quem não tem onde parir. A estratégia adotada pelo Núcleo de Saúde do MPE é encontrar um meio de evitar que as três maternidades de risco habitual que atendem pelo SUS não deixem de receber pacientes nos feriados e fins de semana, o que sempre acontece e sobrecarrega a Maternidade Santa Mônica.