Cidades
Reforma agrava ainda mais a situa��o
Os projetos para a ampliação da Santa Mônica e da rede de atendimento a gestantes chegaram. O desafio agora é vê-los sair do papel e, enquanto acontecem as obras, dar conta de atender todas as mulheres e bebês, com uma estrutura temporariamente ainda mais precária. É o que acontece há três meses na enfermaria Mãe Canguru, uma extensão do berçário da casa maternal. Lá, o choro dos bebês só não é mais alto que a batida das marretas e o ruído das serras. O local está passando por uma adaptação para receber os leitos da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e da Unidade de Cuidados Intermediários (UCI), o que deve acontecer no prazo de 30 a 60 dias. É só uma obra temporária para garantir o início da tão esperada reforma e ampliação. Enquanto isso, as pacientes do Mãe Canguru se imprensam numa salinha e no que restou de espaço na enfermaria e nos corredores. Por sorte, a Santa Mônica é como coração de mãe: sempre cabe mais uma.