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OS PERIGOS NA COMPRA E CONSUMO DE ALIMENTOS

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A correria do dia a dia tem levado cada vez mais pessoas a realizarem as refeições fora de casa. Restaurantes, lanchonetes, barracas de praias ou mesmo ambulantes passam a ser as opções para quem precisa comer e, rapidinho, voltar aos afazeres diários. Nesse cenário, o papel de órgãos como a Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon/AL), a Vigilância Sanitária do Estado e a Vigilância Sanitária Municipal passa a ser fundamental para a saúde da população. São eles que fiscalizam e punem os comerciantes que desrespeitam as normas de segurança alimentar. Porém, é recomendável que o consumidor também adote alguns cuidados para não ingerir alimentos estragados, fora do prazo de validade ou apresentando sinais de micro-organismos capazes de fazer mal à saúde. O superintende do Procon, Rodrigo Cunha, diz que o órgão tem competência para agir nas situações relacionadas à saúde e à segurança do consumidor. Ele lembra que, no mês de agosto, a operação ?Mão na Lata? retirou das prateleiras dos supermercados os alimentos enlatados cujas embalagens estavam avariadas. Segundo Rodrigo Cunha, uma lata amassada pode significar sérios problemas, pois é possível que o verniz interno tenha se rompido, prejudicando a qualidade do alimento. Prestar atenção na aparência e no cheiro do peixe ? que deve ter a carne firme, olhos brilhantes e salientes ?, também são dicas importantes. A carne bovina deve estar na cor natural, vermelha-clara. Já as aves, ao apresentarem manchas esverdeadas, azuladas ou mau-cheiro, indicam processo de deterioração. Também é recomendado verificar se o lacre das bebidas não está rompido ou se a embalagem está com vazamento e rachadura. * Sob supervisão da editoria de Cidades.

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