Cidades
Servidores do Samu realizar�o protesto
Funcionários do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) reclamam de assédio moral e precariedade no local de trabalho. Mas o coordenador geral do Samu, Lucas Casado, e a superintendente de Atenção à Saúde, Maria Aparecida Auto, alegam que acusações são infundadas. Após decisão do Juiz Nilton Beltrão de Albuquerque Júnior, da 6ª vara do Trabalho, na qual ?condena? o Estado a garantir condições de saúde, segurança e ambiente de trabalho adequado aos que prestam assistência pelo Samu, funcionários revelam a precariedade dos veículos, a falta de equipamentos de proteção individual e coletiva adequados, além de perseguição a funcionários e sobrecarga de trabalho. Segundo o vice presidente do Sindicato dos servidores do Samu, Isaac Silva, a categoria organizará um ato em frente à sede do Samu, no bairro do Farol, na próxima sexta-feira, dia 18, para denunciar improbidade administrativa, perseguição a funcionários, falta de efetivo e condições precárias de trabalho. * Sob supervisão da editoria de Cidades.