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Consumidoras querem exclusividade

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A funcionária pública Maria Zilda recorda que teve um ateliê onde trabalhou por cerca de dez anos. Atualmente, ela não tem mais clientes externos, compra peças prontas, mas não largou a máquina e continua confeccionando algumas peças. ?Faço apenas para mim e o povo da casa?, disse. ?Venho na loja procurar um tecido, mas acabo levando bem mais?, falou, mostrando os tecidos ustão, sarja estampada e o musseline. Este último, ela usará para confeccionar um vestido para sua neta. Ilna Cristina, de 34 anos, e sua mãe, Socorro Sales, 54, são costureiras em Rio Largo, município da região metropolitana de Maceió. Além dos clientes da cidade, elas também são procuradas por moradores de Satuba, Messias e de bairros da capital como Eustáquio Gomes e Tabuleiro do Martins. Dona Socorro costura há 21 anos e conta que as pessoas ainda continuam buscando os serviços das costureiras pela possibilidade de escolher os tecidos e modelos. Com várias peças no balcão de uma das lojas do Centro de Maceió, mãe e filha disseram que sempre se deslocam de Rio Largo para comprar os tecidos das clientes. O cetim podange faz parte da lista e, segundo Ilna Cristina, é um dos mais procurados, principalmente com estampa animal (oncinha). Costureira há 15 anos, Rosely Rodrigues, 41, tem um ateliê no bairro do Farol. Ela atende clientes de toda Maceió, Barra Nova (distrito de Marechal Deodoro) e de municípios como Ibateguara e Quebrangulo. RD

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