Cidades
Servidores do Samu fazem paralisa��o
Como um paciente em crise, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) em Alagoas grita por socorro. Em busca de um remédio para o problema, o Sindicato dos Servidores do Samu (Sinsamu) mobilizou a categoria numa paralisação de advertência, ontem, das 8h às 19h. Eles reclamam do corte de uma gratificação por produtividade de R$ 300, da falta de estrutura para trabalhar e da perseguição institucional a quem se aventura a denunciar irregularidades no órgão. O diretor do Sinsamu, Sandro Monteiro, citou quatro casos graves de perseguição, inclusive o de uma coordenadora do Samu que prestou queixa contra ele próprio na polícia. ?Eu apenas tinha questionado porque ela havia retirado uma faixa, durante outra manifestação, numa reportagem da Gazetaweb, depois disso, recebi uma intimação para comparecer na Delegacia da Mulher. Quando cheguei lá, ela tinha me acusado de calúnia, intimidação e dilapidação do patrimônio público?, explica.