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Obra paralisada prejudica turismo

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Integrantes da paisagem urbana das praias da capital, os chamados canais de esgoto e água de rebaixamento, que em alguns casos levam resíduos de fossa para o mar, acabaram mobilizando mais uma vez as autoridades ambientais, de infraestrutura e saneamento da capital. É que no início da semana, no dia 7, o ator global Bruno Gissoni postou uma foto em uma rede social ironizando uma grande quantidade de água escura que se acumulava nas imediações do Posto 7, na praia de Jatiúca. O caso ganhou repercussão e um debate interminável entre internautas. Diante do ?bombardeio? virtual, o ator emitiu nota se desculpando, mas sugerindo aos críticos que cobrassem dos gestores uma providência. Sem querer, ou até saber dos desdobramentos, foi o que acabou acontecendo. Depois de se reunirem, técnicos da Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), do Instituto do Meio Ambiente (IMA) e da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminfra) realizaram uma ação de retirada da água empossada, na praia. A solução foi utilizar carros adaptados com bombas e sugá-la. Ontem, o vice-presidente de gestão da Casal, Carlos Figueiredo, disse à Gazeta que, na região, não foi localizado o lançamento de esgotamento sanitário. ?Mas sim um volume grande de água oriundo de uma construção das imediações. Isso foi percebido porque ao passo em que retirávamos a água, ela não baixava o nível. Foi aí que fomos investigar as galerias de águas pluviais e constatamos o grande volume de água de rebaixamento?, explicou Figueiredo.

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