Cidades
Picada de escorpi�o mata menina
A morte da pequena Lara Kauane da Silva Santos, 4 anos, no Hospital Geral do Estado (HGE), horas após uma picada de escorpião, no Jacintinho, na última segunda-feira, pode esconder uma sucessão de falhas que teve início em seu primeiro atendimento no minipronto-socorro do bairro onde ela morava. Segundo o pai da criança, o entregador Rosevelt Silva dos Santos, a picada do escorpião ocorreu por volta das 9 horas da manhã. ?Ela contou pra mãe que uma barata tinha mordido o dedinho do pé, quando estava no quintal. A mãe ligou logo para mim e depois foram para o minipronto-socorro. Mas, lá não tinha médico e depois de um tempo arranjaram uma ambulância, sem médico, para levá-la ao Hospital Hélvio Auto. A esta altura a bichinha já estava amarela e também tinha vomitado?, relembrou Rosevelt. Sem ter o antídoto para o veneno no posto, a criança foi levada para a unidade especializada. Após uma hora de espera, o veículo que chegou não havia maca e Lara sequer pôde ir repousando. Seguiu desfalecendo e vomitando até a unidade. Pouco mais de uma hora depois estavam no Hélvio Auto, que é a unidade de referência. Lá, recebeu soro antiescorpiônico, mas não reagiu conforme o esperado.