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Banho de piscina exige cuidados

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Férias, mar, sol, verão e piscina. Combinação perfeita para este período que antecede o início das aulas. No entanto, algumas famílias estão mudando o roteiro neste verão, de olho nos últimos registros de acidentes fatais de crianças sugadas por ralos em piscinas. Desde o início do ano, foram três registros em diferentes cidades brasileiras. Duas delas tiveram alguma parte do corpo sugada pelo ralo da piscina, enquanto outra caiu acidentalmente na água. De acordo com dados apurados pela Organização Não-governamental Criança Segura, o afogamento é a segunda causa mais comum de mortes entre menores até os 14 anos, no Brasil. Só pneumonia mata mais crianças. Em Alagoas, não houve nenhum registro desse tipo. Mesmo assim, pais, responsáveis e pessoas ligadas à prática da natação não desviam a atenção para o assunto. A administradora Eliane Leal, 32, assistia ansiosa e apreensivamente à primeira aula de natação da pequena Lara Leal, 4 anos, em uma academia no bairro do Farol. ?Sei que aqui é especializado em natação infantil. Estou vendo que as piscinas, os equipamentos de segurança e os professores estão dentro das normas técnicas, mas sabe como é, não é? Mãe é mãe?, justificou. Alheia à preocupação da mãe, Lara Leal estava animada. ?Ficar dentro da piscina é quase tão bom que brincar de boneca?, disse a pequena. Em menos de trinta minutos de aula, Lara já tinha uma amiguinha aquática. A também estreante Larissa de Oliveira, da mesma idade. A mãe, a psicóloga Shirley de Oliveira, 37, observava os primeiros movimentos da filha dentro da piscina. Ainda muito longe de dar as primeiras braçadas, a menina já parecia ter muita intimidade com a água.

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