Cidades
Monitores amea�am fazer greve
Os monitores que prestam serviço no Núcleo Estadual de Atendimento Socioeducativo (Neas) de Maceió estão se articulando para uma mobilização e já falam em paralisar as atividades. Eles criticam as más condições de trabalho, alegando que recebem abaixo do salário mínimo (R$ 640, em valor líquido, por mês). Os agentes de segurança também reclamam da falta de segurança dentro da Unidade de Internação Masculina (UIM). Um agente, que não quis se identificar, afirmou que os menores infratores fazem ameaças de morte diariamente, já tendo sido registradas agressões físicas contra os servidores. Segundo o monitor, os adolescentes fabricam espetos de madeira para amedrontar os funcionários. De acordo com o segurança socioeducativo, há mais de dois anos, a folha de pagamento não é reajustada. Para ele, o salário líquido, no valor de R$ 640, não é compatível com as funções de periculosidade exercidas pelos funcionários. ?Nós trabalhamos em extrema tensão e adrenalina diariamente. Todos os dias, os menores dizem que vão nos matar e atingir nossas famílias quando saírem da unidade?, destacou.