Cidades
Cresce n�mero de vigilantes em Alagoas
Matar ou morrer. Este é o dilema de quem trabalha com segurança privada em Alagoas. O setor, que se profissionalizou nas últimas três décadas, praticamente dobrou seu efetivo profissional, por causa da violência que não tem dado trégua, nos últimos seis anos. Segundo o presidente do Sindicato dos Vigilantes de Alagoas, José Cícero Ferreira, atualmente, a categoria conta com 6.200 profissionais, entre a capital e o interior. Eles atuam em empresas que em geral terceirizam o trabalho ou na chamada segurança orgânica, normalmente mantida por condomínios. ?Para combater os arrobamentos em escolas, repartições e residências, criou-se a necessidade de novas contratações?, justificou Ferreira, como é mais conhecido. Ele revela que o piso da categoria é de R$ 1.100, porém, agrega-se a esse valor algumas vantagens, que dependem da atividade. O transporte de valores, por exemplo, em geral paga um valor dobrado.