Cidades
Correspond�ncia n�o � entregue
Os 600 carteiros de Alagoas ainda não deflagraram greve geral, mas o consumidor já sente os reflexos do movimento paredista em 16 das 35 unidades nacionais da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos onde os servidores se insurgiram contra a possibilidade de mudanças na gestão do plano de saúde a que têm direito. ?Estamos em estado de greve desde o dia 23 de janeiro, mas podemos paralisar nossas atividades, na capital e no interior, a partir da próxima semana, quando a categoria se reúne em assembleia geral aqui em Maceió?, avisa Altanes Holanda, atual presidente do Sindicato dos Carteiros de Alagoas. A razão pela qual eles podem, mais uma vez, interromper a ?já deficiente? entrega de objetos é a possibilidade de alteração na gestão do plano de saúde da categoria. Atualmente, cada carteiro paga apenas 10% do valor do serviço médico, caso seja utilizado em algum mês. ?A empresa quer passar a gestão do plano a uma caixa de assistência. Não concordamos porque podemos perder a garantia do atendimento nos moldes atuais?, critica o sindicalista, referindo-se à Caixa de Assistência e Saúde dos Empregados dos Correios (Postal Saúde).