Cidades
Recupera��o exige esfor�o e paci�ncia
Assim como Tiago, que é paciente da Associação dos Deficientes Físicos de Alagoas (Adefal), a Gazeta encontrou o autônomo Claudyon Brasil Azevedo, 35 anos, enquanto ele fazia uma sessão de fisioterapia. No carnaval do ano passado, ele também foi vítima de uma queda, após uma fechada na pista. Lesionou o úmero, próximo ao ombro. Quase um ano depois, luta para recuperar os movimentos do braço esquerdo. ?Sinto muita dor quando faço alguns movimentos. Chego a chorar durante alguns exercícios. Tenho vindo aqui duas vezes por semana. Sei que a situação aqui não é simples, porque tenho uma chapa de metal e parafusos, fiquei 7 meses totalmente parado?, contou Claudyon. Ele conta que o acidente só não foi mais grave porque ele percebeu a situação e evitou o choque frontal. Ainda assim, com a queda por cima do braço, teve uma fratura interna. ?Sempre me considerei um bom piloto. Há dez anos, já havia sofrido um acidente, mas dessa vez é que foi mais sério. Até hoje não tenho força na mão. Quanto ao trabalho, tenho a ajuda da família, porque trabalhamos juntos?, contou Claudyon. Ele admite os riscos da moto, mas não deixa de criticar os motoristas, que, segundo ele, dirigem de forma desatentas e falando ao celular. Atualmente, Claudyon não consegue levantar o braço direito, e a possibilidade de ele não conseguir restabelecer o movimento é um fator considerado pelo fisioterapeuta que o atende.