Cidades
Faltam tornozeleiras eletr�nicas
Quase dois meses se passaram e mais de 140 reeducandos do regime semiaberto de Alagoas continuam circulando livremente, sem nenhum tipo de monitoramento eletrônico. Em fevereiro, o juiz da Vara de Execuções Penais, José Braga Neto, informou que este número de presos tem envolvimento em casos considerados mais graves e são considerados prioritários no que se refere ao monitoramento. ?Precisaria de pelo menos mais mil equipamentos para dar conta da demanda. Sem as tornozeleiras eletrônicas não é possível ter controle sobre o reeducando?, afirmou o juiz, na época. A assessoria de comunicação da Superintendência Geral de Administração Penitenciária (Sgap) informou que a compra das tornozeleiras eletrônicas já foi providenciada, via licitação, pela Agência de Modernização da Gestão de Processos (Amgesp), e visa à aquisição de 2.500 novos equipamentos.