Cidades
Servidores do Ifal devem entrar em greve
Os 744 professores e os 631 técnicos lotados nos 11 campi do Instituto Federal de Alagoas (Ifal) prometem entrar em greve para cobrar do governo federal melhores salários e valorização profissional, a partir da próxima terça-feira. A paralisação será nacional. A principal reivindicação dos servidores é a cobrança e oficialização, e a consequente implantação de uma data-base a partir da qual seria possível, todos os anos, pressionar o governo federal por reajuste salarial para reposição ao menos dos índices inflacionários. Vinculados ao poder executivo federal, os servidores do Instituto Federal de Alagoas, a exemplo dos colegas de todo o país, queixam-se das incertezas quanto à reposição de seus vencimentos, considerados defasados em relação ao que recebem funcionários do legislativo ou do judiciário. Eles exemplificam a disparidade das vantagens a que têm direito quando comparam o valor do tíquete alimentação da categoria, atualmente de R$ 373, com o mesmo benefício depositado nas contas dos servidores do legislativo e judiciário: R$ 741. Além da tentativa nacional de redução deste benefícios, lutam também por isonomia salarial em relação aos demais servidores federais. Cobram a reativação do anuênio, direito que lhes foi retirado durante a administração do presidente Fernando Henrique Cardoso (FHC).