Cidades
Desembargadora cobra elucida��o de caso
Nem a entrada do Ministério Público Estadual (MPE) no caso, em maio do ano passado, garantiu até agora o esclarecimento definitivo da provável morte da estudante Bárbara Regina Gomes da Silva. Ela desapareceu em setembro de 2012, depois de sair de uma boate, no bairro de Ponta Verde, e até hoje não há notícias de seu paradeiro. Aliada da família da estudante, a desembargadora Elizabeth Carvalho Nascimento trouxe o caso de volta ao noticiário, neste fim de semana, ao cobrar, por meio de uma rede social, a prisão do acusado pelo desaparecimento, e a localização dos restos mortais. ?Santo Cristo! Sai secretário de Defesa Social, entra secretário, que já saiu. Vai entrar outro secretário. Não demora, sai o governador. E a pergunta continua: e o caso Bárbara Regina? Não prendem o suposto acusado e não encontram os restos mortais da vítima. Vai ficar por isso mesmo, dr. Diógenes Tenório??, é o texto publicado na rede social da magistrada, atualmente presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Alagoas. Ela faz a indagação diretamente ao juiz Diógenes Tenório, convidado pelo governo do Estado para assumir o cargo de secretário de Defesa Social. Essa não é a primeira vez que a desembargadora Elizabeth Carvalho se manifesta publicamente sobre o caso. Em junho do ano passado, ela disse que a versão apresentada pela Polícia Civil para o desaparecimento da estudante era ?um plágio do Caso Elisa Samúdio (jovem que teria sido esquartejada a mando do então goleiro Bruno, do Flamengo do Rio de Janeiro), criado pelas autoridades para dar uma resposta à sociedade?.