Cidades
Comerciantes cobram libera��o
A queda de um dos silos do Moinho Motrisa, em Maceió, completa um mês hoje. Exceto pela retirada das várias toneladas de trigo que se espalharam pela Avenida Comendador Leão, no bairro do Poço, as marcas daquele dia que a cidade quer esquecer permanecem no local. No dia 7 de abril último, um carro foi arrastado e outro soterrado, casas foram destruídas e cinco pessoas deram entrada no Hospital Geral do Estado (HGE), com ferimentos causados pelo acidente. Um trecho da avenida segue interditado, sem previsão de reabertura, causando prejuízos para os comerciantes. Entre os cerca de 15 estabelecimentos fechados, apenas duas lojas se atrevem a abrir, mas, timidamente, pois o movimento é quase zero. As residências ao lado do moinho seguem destruídas. Ontem, a Defesa Civil Municipal protocolou uma solicitação junto ao Moinho Motrisa, a pedido dos comerciantes, que querem saber em quanto tempo será liberado o tráfego de veículos na Comendador Leão, para retomarem a rotina. O trabalho crítico de retirada das peças do silo que ainda ameaçavam desabar já foi concluído. ?Mas ainda falta a empresa contratar um engenheiro, especialista em cálculo, para nos dar um laudo atestando que é seguro trafegar pelo local. Só depois disso, vamos liberar o trânsito?, afirma Dinário Lemos, coordenador da Defesa Civil de Maceió.