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Monitores recorrem � PRT para receber o d�cimo

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Os monitores contratados pela Secretaria de Estado da Educação (SED), para suprir carências nas escolas da rede estadual, reclamam o pagamento do salário de novembro e o décimo terceiro. Eles se dizem preocupados com as informações de que não há previsão para que a SED libere o mês de novembro, e que não irão receber o 13º salário. ?Infelizmente os monitores estão sendo tratados de forma discriminatória?, disse a presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Alagoas (Sinteal), professora Lenilda Lima. Ela revelou que a entidade já recorreu à Procuradoria Regional do Trabalho, pedindo providências para garantir que os monitores recebam o décimo terceiro. A presidente do Sinteal reclama que os monitores deveriam ser pagos na mesma data em que recebem os demais servidores do Estado, inclusive da SED. Estes já estão recebendo o pagamento do mês passado junto com o décimo terceiro. ?O Estado precisa do trabalho dos monitores. Deve tratá-los com dignidade?, acrescentou Lenilda Lima. Ela disse que já encaminhou ofício ao procurador Alpiniano Prado, da PRT, indagando sobre garantias de pagamento do 13º aos monitores. Previsão Na Secretaria de Educação, não há informação precisa sobre a data de pagamento do mês de novembro aos monitores. A assessoria de comunicação do órgão informa que há possibilidade de o pagamento do mês sair até o dia 17 próximo. Essa é a previsão da SED, que não sabe ainda se os monitores vão receber 13º. Ainda segundo a assessoria, a Secretaria encaminhou consulta à Procuradoria Geral do Estado para saber se eles têm direito a esse pagamento. A presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Educação lembra que desde 1997, quando o Estado começou a usar monitores para suprir carências nas escolas, esses profissionais recebem o décimo-terceiro salário. ?Consideramos essa atitude desrespeitosa com a categoria. Os monitores estão atendendo ao que o governo deseja, portanto deveriam ser tratados em igualdade com os demais trabalhadores da Educação?, disse Lenilda Lima.

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