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Banco de Dados de DNA ter� site sobre desaparecidos na Internet

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O ouvidor geral do Estado, Geraldo Majella, se reuniu ontem de manhã com dirigentes dos três Conselhos Tutelares de Maceió para discutir sobre a importância do funcionamento do Banco de Dados de DNA para identificação de crianças e adolescentes desaparecidos. O banco foi instalado numa parceria com o Laboratório de Genética da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), coordenado pelo professor Luiz Antônio. Uma das novidades anunciadas na reunião é que, a partir de janeiro, o Banco de Dados vai lançar um site na Internet sobre crianças desaparecidas. A conselheira tutelar das áreas 1 e 2 (que abrange o Ponta da Barra e Ipioca), Dione Cavalcante, enfatizou que é essencial que o banco de dados funcione bem, já que os Conselhos Tutelares de Maceió sofrem de algumas deficiências, principalmente para localização de crianças desaparecidas. ?Devido a essas deficiências, ainda não conseguimos nos integrar ao Sistema Integrado de Proteção à Infância e ao Adolescente (SIPIA), programa financiado pelo Ministério da Justiça?. Um levantamento feito nos últimos três meses constatou que os três Conselhos Tutelares de Maceió registraram mais de 1.500 atendimentos. ?Só que a demanda sobre crianças desaparecidas é muito pequena, não chega a mais de 50?, adiantou Dione. Quando ocorre casos de desaparecimento, o Conselho Tutelar recorre à Delegacia de Menores. O ouvidor geral do Estado, Geraldo Majella, afirmou que vai continuar mantendo contatos às instituições, principalmente as que cuidam de crianças e meninos de rua, para fortalecer o Banco de Dados de DNA. Segundo ele, no Estado onde de 1990 a 2000 foram registrados 673 casos de mortes violentas de crianças e adolescentes, o funcionamento do banco é de fundamental importância. O professor Luiz Antônio defendeu que o Banco de Dados de DNA funcione de forma independente, sem ingerência do Estado. ?O ideal é que o núcleo que administre não seja permeável a nenhuma influência política?.

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