Cidades
Senegaleses tentam se formalizar
Com relação aos africanos, o coordenador de fiscalização da SMCCU, Aldo Galdino, explicou que todos eles estão atuando como camelôs, no Centro, de maneira irregular. Pela contagem da prefeitura, um grupo de cerca de 20 homens, provavelmente do Senegal, está espalhado pelo comércio, tentando atrair os consumidores alagoanos. De acordo com Galdino, parte desses africanos tentou se cadastrar como ambulante, para ter espaço tanto no Shopping Popular quanto nas ruas em que o negócio está liberado. O pleito deles não foi atendido e a justificativa da SMCCU é que o espaço pleiteado não estava disponível. Ainda conforme o coordenador de fiscalização, os imigrantes do Senegal não demonstraram, pelo menos por enquanto, que representam algum tipo de risco aos comerciantes do Centro. Porém, como ele lembra, ano passado um dos africanos se envolveu em uma confusão e foi acusado de agredir fiscal.