Cidades
Equipamento encaixotado impede exame em AL
Um equipamento avaliado em R$ 500 mil, que poderia ser usado para realizar o exame toxicológico no corpo de Filipe Vasconcelos, está encaixotado há cerca de seis meses, na sede da Perícia Oficial de Alagoas. Devido à reforma do laboratório do Instituto de Criminalística, a máquina nunca foi usada, desde que comprada, e o material do jovem ? que teria se suicidado após matar as duas irmãs ? terá de ser encaminhado para fora do estado. A assessoria de comunicação da Perícia Oficial confirmou que o equipamento não foi montado porque não há local adequado para instalá-lo. Com isso, o resultado do exame poderá demorar meses, dado o trâmite burocrático, já que o material recolhido de Filipe terá de ser levado para análise em outra localidade, após solicitação feita pela Polícia Civil. As obras no Instituto de Criminalística não têm prazo para terminar. Parentes das vítimas pediram, informalmente, no Instituto Médico Legal (IML), a realização do exame toxicológico no rapaz, para saber se houve a ingestão de drogas. O cromatógrafo analisa sangue e vísceras de vítimas e seria usado durante as investigações sobre a morte dos irmãos. ?