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Bens p�blicos s�o alvos de vandalismo em Macei�

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Os atos de vandalismo aos bens públicos da capital alagoana custam caro à prefeitura de Maceió. Todo mês, os cofres do município sofrem uma baixa devido ao valor gasto com o reparo, a manutenção e a substituição de bens públicos depredados, danificados, destruídos e até furtados em ações criminosas. Um recurso que poderia ser aplicado para aperfeiçoar ou oferecer novos serviços à população. Segundo a assessoria da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma), bancos, passeios e monumentos são os principais alvos de depredação. Desde o início desta gestão, já foram gastos R$ 2,2 milhões em revitalizações de praças, mirantes e canteiros centrais. Cento e setenta espaços públicos já foram revitalizados. Os recursos investidos são provenientes da prefeitura, taxas de serviços e licenças ambientais. No caso da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió (Slum), os números surpreendem. De acordo com o levantamento realizado pela Diretoria de Operações do órgão sobre vandalismo em artefatos relacionados à limpeza urbana, em Maceió, são depredadas mensalmente, em média, 17 papeleiras (lixeiras na cor de laranja instaladas por toda a cidade). Cada papeleira tem o custo unitário de R$ 137,97 (incluindo o valor da instalação), o que acumula no mês um prejuízo de R$ 2.345,49 aos cofres públicos. Já as caixas estacionárias (com capacidade para quatro metros cúbicos) e os contêineres (com capacidade para 1.200 Kg) são depredados em geral com fogo ateado pelo próprio cidadão. Por mês, são queimados, em média, um contêiner, cujo custo chega a R$ 2 mil, e duas caixas estacionárias, que apresentam valor unitário de R$ 4.500. ?Em alguns casos, quando eles podem ser recuperados, os valores dos serviços de solda e pintura são menores?, explica Pablo Ângelo de Almeida, diretor de operações da Slum. Diante desses números, calcula-se que, apenas no tocante ao serviço de Limpeza Urbana, a prefeitura de Maceió sofre um prejuízo mensal de, em média, R$ 13.300, em virtude do vandalismo. Com isso, até este mês, a prefeitura já desembolsou quase R$ 120 mil em 2014. * Sob supervisão da editoria de Cidades.

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