Cidades
Barracas na Sereia ser�o demolidas
Comerciantes de seis barracas localizadas na Praia da Sereia, em Maceió, estão apreensivos pela possibilidade, agora real, de ter o negócio demolido. Terminou, na última segunda-feira, o prazo dado pela Superintendência do Patrimônio da União (SPU) em Alagoas, para que eles desocupassem os espaços construídos à beira-mar e que foram condenados pela Coordenadoria Municipal de Defesa Civil, após ressaca ocorrida há pouco mais de duas semanas. A estrutura física dessas barracas ficou comprometida com a fúria do mar e não foi liberada a reforma. A alegação, dada pela SPU aos barraqueiros, é que as construções estão em áreas para uso comum (da população em geral) e não podem ser edificadas sem a liberação a partir de um projeto de urbanização. A justificativa é encarada como afronta aos comerciantes da região. ?É inadmissível demolir as barracas sem, ao menos, permitir que façamos uma reforma ou que tomemos uma medida para conter o avanço da maré. A nossa proposta é ficar no local até que o projeto comece a ser executado pela prefeitura. Aí, sim, teríamos a garantia da sobrevivência?, avalia Ana Maria Tavares, presidente da Associação de Barraqueiros e Amigos da Praia da Sereia.