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Fam�lia de militar critica per�cia e cobra inqu�rito

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Um mês e alguns dias após a morte da soldada Izabelle Pereira dos Santos, baleada por 17 tiros de metralhadora quando fazia rondas dentro de uma viatura da Radiopatrulha, em Maceió, a família da vítima resolveu romper o silêncio para cobrar a conclusão do inquérito que investiga o caso. Em uma coletiva concedida à imprensa, eles criticaram a demora na entrega dos laudos periciais e afirmaram crer em imprudência. Para o subtenente reformado da PM, Cláudio Silva dos Santos, pai de Izabelle, não há dúvidas de que a arma tinha defeito, mas ele acha que teve participação humana. ?A arma vem com uma trava, segundo a fabricante Taurus. Ela com defeito pode até disparar, mas não dispararia 30 balas. Acho que houve uma imprudência e eu só quero esclarecer isso?, disse Santos. Ele destaca ainda a suspeita de que a arma não estava em posse da soldada Izabelle. ?Como ela era mulher, ela preferia usar a pistola.40 e chegava cedo no trabalho para pegar a arma que gostava. A submetralhadora estava acautelada no nome do capitão e de um patrulheiro?, diz Santos ao rebater o depoimento dos colegas que estavam com ela no momento do acidente. Os militares que estavam na viatura disseram à polícia que a arma disparou acidentalmente após uma curva realizada pelo veículo, mas que eles só perceberam que os disparos haviam sido de dentro da viatura posteriormente. A primeira hipótese levantada foi de atentado.

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