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Mulher agoniza por atendimento

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Natural do município de Joaquim Gomes, Rafaela Lourenço da Silva, 26 anos, agoniza à espera de atendimento na rede pública de saúde do Estado. Grávida de seis meses, ela sofreu um aborto espontâneo no último sábado (18). O esposo da jovem conta que ela ligou para seu médico se queixando de desconforto ao urinar e que o profissional recomendou que ela se dirigisse imediatamente a uma unidade de saúde em Maceió a fim de fazer uma ultrassom. Ao chegar na capital alagoana, ela foi atendida no Hospital Universitário Professor Alberto Antunes (HU), no bairro do Tabuleiro do Martins. ?Depois de fazer os exames, a médica disse que a criança tinha morrido e que minha esposa deveria voltar para casa, já que o hospital não fazia esse tipo de procedimento?, relata Luan Firmino, esposo da gestante. Angustiada, a família decidiu procurar uma clínica particular, ontem, com o objetivo de realizar todos os procedimentos necessários para a retirada do bebê morto. ?Após o atendimento, o médico da clínica fez um laudo e pediu para ela ir ao HU novamente?, conta Luan.

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