Cidades
Inadimpl�ncia pesa nos custos de escolas
Os empresários garantem que se limitarão à realidade financeira de cada instituição para calcular o reajuste. Pelo menos é o que orienta o Sindicato das Escolas Particulares de Alagoas. Segundo sua presidenta, a professora Bárbara Heliodoro, tudo o que norteia o reajuste é devidamente demonstrado. ?Não tem mágica. É dividir os custos com o número de alunos e o que se projeta. Por isso, já estamos preparando as planilhas, como diz a lei, agora em outubro?, explicou. Ela reconhece que, este ano, a inflação aponta uma realidade que, naturalmente, também terá de ser diluída no valor final. Mas, também, destacou que os serviços de cada unidade e a qualidade do ensino apresentado acabam sendo diferenciais de mercado. Ela explicou, ainda, que o conteúdo e a indicação do reajuste constará de um edital, que é a forma com que a comunicação é feita para os pais. Bárbara lembra que pais e responsáveis devem e precisam ter acesso a todos os detalhes, porque é isso que vai influenciar, diretamente, os custos que também terão em 2015. Indagada sobre qual o maior desafio em fazer as contas ?fecharem?, ela destaca que é lidar com a inadimplência. Conforme explicou, a legislação vigente protege os devedores. ?O que está devendo, paga quando quer. A lei permite até que saia da escola. Isso, infelizmente, faz algumas pessoas ficarem mudando de unidade?, revelou a presidenta.