Cidades
Ouvidoria prop�e parcerias para banco de dados de DNA
O ouvidor geral do Estado, Geraldo Majella, se reuniu ontem, na sede da Ouvidoria Geral do Estado, com representantes do Centro de Defesa da Criança e do Adolescente (Cedeca) para conscientizar sobre a importância da entidade participar do Banco de Dados de DNA, que funciona em parceria com o Laboratório de Genética da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Majella voltou a enfatizar a importância das entidades montarem um cadastro dos menores que prestam assistência, principalmente os de rua, junto ao Banco de Dados de DNA, o que facilitaria a localização deles no caso de desaparecimento. A socióloga do Cedeca, Maria das Graças Bezerra, reconheceu a importância da parceria com o Banco de Dados de DNA. No entanto, ponderou que é preciso que as famílias se conscientizem sobre a necessidade de denunciarem a Ouvidoria ou as próprias entidades quando ocorrer o desaparecimento de uma criança ou adolescente. Um levantamento feito pelo Cedeca no IML e em notícias de jornal mostrou que, no período de 1990 a 2000, 673 crianças alagoanas foram vítimas de morte violenta. Segundo Maria das Graças, 17 menores mortos nesse período eram meninos e meninas de rua e pelo menos 20 estavam desaparecidas. A ouvidoria está aguardando a liberação de recursos da Secretaria da Fazenda para compra de equipamentos para o Laboratório de Genética da Ufal.