Cidades
EMPRES�RIOS RECLAMAM DE PREJU�ZOS
O empresário Juliano da Cruz Gomes pesquisou e constatou que havia demanda pelos serviços de um pet shop no bairro da Jatiúca, em Maceió. Montou o negócio, avançou na conquista da clientela, mas esbarrou num obstáculo de difícil transposição: o fornecimento irregular da água de que precisa para dar banho em gatos e cachorros. Quarta-feira passada, quando a Gazeta visitou seu estabelecimento, os dois funcionários não tinham o que fazer porque não havia condições de atender aos 15 pedidos para banho e tosa de bichinhos de estimação. Motivo: caixa de água vazia e líquido jorrando na torneira do negócio sem a força necessária para execução das atividades. ?O forte da loja são os banhos e tosas. Sem água, praticamente não temos movimento. O faturamento cai e a gente encontra dificuldades para honrar os compromissos já assumidos?, desabafa Juliano da Cruz, manauara que emigrou para Maceió 15 anos atrás e também sofre com a escassez do líquido na Ponta Verde, onde mora. A irregularidade no fornecimento de água potável ao bairro onde está seu negócio antecede o rodízio imposto pela Companhia de Saneamento de Alagoas (Casal), iniciado quarta-feira passada.