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Comunidade luta para reabrir unidade escolar

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A Escola São Gabriel, no Conjunto Graciliano Ramos, em Maceió, está abandonada há três anos e a associação de moradores do bairro tenta, na Justiça, ganhar o direito de reabri-la para atender a uma média de 2 mil alunos por ano. O local que deveria ser de ensino para adolescentes e jovens agora serve como ponto de consumo e tráfico de drogas, além de esconderijo para marginais. Há uma decisão de reintegração de posse favorável à entidade, prolatada em julho do ano passado, mas o detentor legal dos direitos do prédio ingressou com um recurso, que ainda não foi julgado. A unidade de ensino foi entregue no mesmo período em que o conjunto residencial foi inaugurado. A ideia colocada em prática, no início, foi gestão em regime de cooperativa. Uma comissão formada, basicamente, por pais de alunos ficou responsável pela administração por um período curto, já que um antigo presidente da Associação dos Moradores do Residencial Graciliano Ramos (AMGR) fez um contrato de comodato e emprestou a escola para um empresário por um período de 15 anos. O termo firmado termina amanhã. O contrato previa que o ?dono? se responsabilizaria por manter a estrutura da escola em pleno funcionamento, além de promover melhorias para atender e ampliar a demanda da comunidade. O atual presidente da AMGR, Edvaldo Aurélio dos Santos, denuncia que o comodatário (o que adquiriu a posse) mudou a gestão de cooperativa para particular e não regularizou o registro da escola junto ao Ministério da Educação (MEC).

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