Cidades
Opera��o fiscaliza bares e restaurantes na capital
Equipes da Superintendência de Limpeza Urbana de Maceió (Slum) e da Secretaria Municipal de Proteção ao Meio Ambiente (Sempma) retomaram, ontem, a fiscalização em estabelecimentos comerciais localizados na área nobre da capital com o propósito de conferir se o descarte de resíduos está sendo feito da maneira correta e fazer o flagrante de crimes ambientais. Até o fechamento desta edição, pelo menos quatro estabelecimentos haviam sido autuados. Somente durante a noite, foram fiscalizados 32 bares e restaurantes que ficam localizados no Stella Maris. Quatro equipes se dividiram pela localidade e aproveitaram a grande quantidade de restaurantes concentrada no mesmo espaço para a inspeção. O trabalho foi iniciado na semana passada, com fiscais vistoriando estabelecimentos na Avenida Antônio Gomes de Barros (antiga Amélia Rosa) e na Avenida Jatiúca. Várias notificações e autos de infração foram emitidos, obrigando os proprietários a regularizar a situação para evitar uma futura interdição. A ação deve seguir até setembro. As equipes fizeram o mapeamento e sabem, exatamente, os locais a serem fiscalizados. O coordenador de fiscalização da Slum, Carlos Tavares, explicou que a prefeitura somente fica obrigada a recolher até 100 litros de lixo produzidos pelo morador ou estabelecimento. O volume é equivalente a um saco grande preto, sempre usado para o armazenamento. Quando esse limite é extrapolado, a lei enquadra o local no parâmetro de grande gerador de resíduos. Como o recolhimento não vai ser feito rotineiramente, a empresa terá que providenciar um contrato para terceirização do serviço o quanto antes. A quantidade de lixo que é recolhida pela Slum está amparada no artigo 51, do Código Municipal de Limpeza Urbana.