Cidades
Curso recicla profissionais da sa�de sobre candid�ase
Pelo menos 5% das mulheres têm candidíase recorrente, com mais de três episódios da doença ao ano, segundo informações da professora de Microbiologia Clínica da Universidade Nove de Julho, Uninove, de São Paulo, capital, Cledja Soares de Amorim. ?Devido à umidade e Ph da região, que é favorável ao fungo, toda mulher vai ter Candidíase Vaginal um dia. O problema é que se não for feito um diagnóstico preciso, identificando a espécie, o tratamento pode ficar comprometido?, alerta a profissional. Curso Ela vai abordar o assunto neste sábado, no Laboratório Escola, bairro do Prado, num curso dirigido aos técnicos de laboratório, profissionais de patologia, dermatologistas e demais especialidades médicas e de nível médio da saúde. O evento termina no dia 15. ?As espécies mais comuns de Cândida são a C.albicans, C.parapsilosis, C.globrata, C.trapicolis e C.Krusei. Para cada uma há uma dosagem específica do medicamento. Se o resultado do exame não classifica a espécie, ficará difícil administrar o tratamento mais adequado?, adverte a professora. Ela acrescenta que a C.Krusei é naturalmente resistente ao tratamento e a C.globrata tem grande tendência à resistência, portanto, a droga que mata o fungo precisa ter dosagens diferenciadas. Do contrário, haverá cada vez mais espécies resistentes. A candidíase causa prurido intenso e corrimento branco, sem cheiro. Ao sentir os sintomas, a mulher deve fazer exame ginecológico e seguir o tratamento correto. Também deve orientar seu parceiro a procurar um médico.