Cidades
Menina depende de transplante
O mundo cor-de-rosa de Maria Eduarda de Lima Silva, 7 anos, ficou desbotado desde que a menina trocou o quarto cheio de bonecas pela enfermaria de um hospital. O diagnóstico de uma leucemia agressiva surpreendeu a família da garota, que iniciou uma campanha nas redes sociais, na tentativa de encontrar um doador de medula óssea compatível. O surgimento de manchas no corpo da menina denunciou a doença. ?Em julho do ano passado, ela ficou com o corpo coberto de manchinhas, parecidas com brotoejas e, ao passar pelo médico, disseram que se tratava de uma alergia. Ela deixou de ingerir alimentos com corantes, tomou remédio e não resolveu. Minha neta gripou, ficou muito debilitada, aparentemente abatida, e só quando fizemos os exames descobrimos que se tratava de leucemia?, contou a avó Nancy Francisca. Segundo a avó da menina, os exames revelaram a leucemia mieloide aguda, um tipo de câncer nas células do sangue e na medula óssea, que se dá quando as células mieloides se desenvolvem de forma anormal, formando células malignas, que não cumprem a função de defesa do organismo e se acumulam na medula óssea, atrapalhando a produção das outras células sanguíneas. Apesar de Maria Eduarda ter apenas 7 anos, a leucemia mieloide aguda é mais comum em adultos.