Cidades
Novos problemas surgem a todo instante
Como a ameaça é constante, equipes da Casal ficam de prontidão para consertar o problema aos primeiros sinais de recalque. Foi o que aconteceu esta semana em frente ao Hotel Tambaqui, na Avenida Mário de Gusmão. A chegada da empresa terceirizada para ?dar um jeito? na estrutura capenga aconteceu na segunda-feira, primeiro dia útil após a abertura do orifício na principal via da Ponta Verde. Parece estupidez, mas o serviço não tem fim. Imagine um cano velho, com a casca bem fininha, já se acabando. Ele fura um buraco aqui, você tapa e ele abre ali; você torna a fechar e o cano se rompe acolá e assim, sucessivamente, você vai torrando o dinheiro e a paciência de quem é prejudicado enquanto for possível. ?A gente já sabe que, daqui a alguns meses, deverá abrir novas crateras ao longo da Avenida Mário de Gusmão?, conta Cid Carlos. Com esse prognóstico sombrio, a Casal resolveu remendar toda a tubulação em frente ao hotel, numa extensão de quase 40 metros. A um orçamento médio de R$ 5 mil por metro, só esse reparo vai custar a ?bagatela? de R$ 200 mil. O serviço não é simples. Cid informa que primeiro é preciso abrir uma valeta, escorando a tela com uma prancha metálica para não ter desabamentos. Depois se instala um equipamento para rebaixar o nível do lençol freático. Quando a água fica abaixo da manilha, implanta-se uma camisa de concreto, com uma estrutura retangular que volta a vedar a tubulação.