Cidades
Promotor cobra apura��o de fatos
Além do cão Príncipe, a ex-funcionária denunciou que outro animal, da raça poodle, também foi sacrificado. O animal foi abandonado recentemente no Neafa. ?Muitas vezes a Pallova determinou que eu fizesse a eutanásia, mas eu sempre me opus?. A ex-funcionária acusou a coordenadora, ainda, de atender de graça somente ?seus conhecidos?. Agora, segundo ela, todos os serviços são cobrados. Sobre o envenenamento de animais, ocorrido no fim do ano passado, a ex-funcionária diz não saber o autor, mas suspeita que o fato deve ter sido cometido por integrantes do próprio Neafa, por causa do histórico vivenciado por ela. As revelações chocaram os integrantes da Comissão do Meio Ambiente e Bem-Estar Animal da Ordem dos Advogados do Brasil em Alagoas (OAB/AL). Três advogados que integram a comissão acompanharam o depoimento. Eles foram procurados pela testemunha e a levaram até o MP para formalizar a denúncia. ?As declarações reafirmam o que já estava sendo denunciado à Comissão e ao MP. E reforçam que são atitudes monstruosas, que precisam ser investigadas e os autores punidos?, afirma o vice-presidente da Comissão, Benildo Gomes.