Cidades
Crian�as exigem aten��o redobrada
Se nos adultos a preocupação para diagnosticar e curar a hanseníase é grande, nas crianças a atenção deve ser ainda maior. A Sesau informou que, segundo o último levantamento realizado, 19 pacientes tinham até quinze anos de idade. A solução para evitar que a doença se prolifere está no acompanhamento do infectado e na investigação do surgimento de novos casos entre as pessoas que convivem com ele. ?É obrigação das equipes básicas de saúde, durante as visitas realizadas nas casas, procurar saber como estão todos da residência. Às vezes, durante uma conversa de rotina, o agente comunitário descobre que algum dos moradores está com uma mancha suspeita. Daí, ele deverá encaminhar esta pessoa para o médico, que vai descobrir a causa do aparecimento dela?, afirma Ednalva Araújo. ?As ações de saúde devem ser efetivadas desde a atenção primária. Não é só Maceió que está apta a tratar da doença. Todos os municípios alagoanos, sem exceção, têm competência para cuidar dos pacientes vítimas de hanseníase. É missão da saúde pública examinar 100% das pessoas que tiveram contato, nos últimos cinco anos, com um paciente infectado pela hanseníase?, avisa a gerente da Sesau. De acordo com Ednalva Araújo, existem duas situações que preocupam os gestores da saúde pública estadual.